E então, quando você começa a pisar no mundo, é que tudo vira de cabeça pra baixo, tudo que você imaginava ser, não é bem assim, o que você pensava que poderia fazer, e as vezes descobre que não pode e você vai ficando fraca, diante das situações e tropeça nas suas próprias pernas, tropeça nas próprias palavras e se deixa levar pelo mar do pessimismo, e é levada por este mar até que você desisti de desistir, e briga com a força que vem do lado oposto ao seu, com a pouca coragem que criou a pouco tempo e nada com toda a força que pode até chegar ao seu destino que pode ser o canto final em que você vai visitar na terra.
A borboleta vai voando por este destino inevitável, mas que todos sabem que foi a escolha dela. Ela insisti em continuar a lutar por algo que o mundo não entende. E ela simplesmente continua a cantar por algo que não irá alcançar. Mesmo sabendo que isso é uma história trágica que nunca pode dar certo.
E as palavras e sentidos vão dando voltas, e mais voltas, e todas as voltam param no mesmo lugar. Tudo se tornar tão inevitável.

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