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domingo, 8 de maio de 2011

Mãe,




A senhora que fez parte do que sou, a mulher que me imprestou a barriga por nove meses, sem cobrar aluguel, que aceita os meus erros mesmo falando, a amiga que pode tomar minhas dores, quem cuida de mim quando estou doente, e quem separa minha irmã de mim, quando ela começa a implicar (tipo agora).

Mesmo ela tendo uma vida agitada, e eu querendo manter a minha calma, nos damos bem, até demais. Ela não parece a mãe, enquanto eu num pareço a adolescente. Ela tem ideais jovens, gosta de dançar e estar em festa, tudo sem exagero, mas com muita alegria. Não é util na cozinha, uma triste verdade, mas entende de lanchinhos mais que qualquer um.

Pode ser muito chata as vezes, mas é sempre alegre, e passa por muitas coisas com muita tranquilidade, com excessão de quando se trata das filhas (eu e minha irmã), ai já depende... (rsrsrs).

Amo, esse ser que vive em pleno carnaval, mas sem nenhum lado negativo. Amo essa sinceridade ambulante, que me ensinou que sem verdade a vida pouco vale, pois passa de realidade para ilusão.

Então obrigada comercio, por me dar a oportunidade de homenagear a mulher que eu devia agradar todo dia.




Obrigada, Mãe. Te amo !!

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