Eu estou no sol, sem sol.
Estou exposta ao perigo , e também a proteção.
Dentro da sala o eco invade minha cabeça e irrita os neurónios, mas depois vem a música, um toque de piano calmo e melancolicamente feliz. A música adormeceu a raiva e inverteu para a felicidade.
A noite chegou e sorriu.
A lua cantou, brincou e apaixonou.
As estrelas indicaram o caminho e desenhou com pontinhos, fez rosário, cachorros, pássaros e tudo mais que teve direito.
Por fim, a meia noite, a hora sombria, a hora da visita dos seres da escuridão, a hora do choro e da reza, a hora em que o arco-íris do noite brilha no céu da floresta. Uma hora tudo se vai, tudo some.
Beijos, Selene.
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